O destino quis diferente – Adoção tardia.

Bem, me chamo Elias Netto, servidor público estadual, 32 anos, casado há 4 anos e meio com Lucas Ferraz, vendedor, 26 anos.

whatsapp-image-2016-10-17-at-21-29-39Sempre conversávamos sobre o desejo de nos estabilizarmos para enfim termos nossos filhos e foi em 2015 que decidimos já estabilizados procurar a Vara da Infância de Campo Grande/MS para mais informações! Então fizemos o curso de adoção que é uma das exigências, depois nos casamos no civil aí demos início real ao nosso sonho!whatsapp-image-2016-1-0-18-at-22-28-51

Nosso perfil? Uma criança de 1 ano e meio à no máximo 4 anos, independe de sexo ou cor.. mas o destino quis diferente, então decidimos apadrinhar 2 irmãos abrigados (Casa Lar) de Sidrolândia, até então “tudo de boa”, até porque eram bem diferentes do nosso perfil, Fábio e Felipe 10 anos e 7 anos!

whatsapp-image-2016-10-18-at-22-28-50Porém, com a convivência, todo nosso olhar, amor, foi crescendo e tudo muito recíproco e percebemos que eles eram nossos, eles eram nossa família, não tinha pra onde correr! Entramos com pedido de adoção!

E quando nos foi dada a guarda dos meninos, nos deparamos com outra dificuldade – conseguirmos a licença paternidade para os dois! Triste realidade, somente um de nós temos direito aos 6 meses. Triste saber que somente um tem o direito de 6 meses para adaptação, etc… mas enfim, tomara que isso um dia mude!

No mais, nossa família está “mega feliz”, todos dando e recebendo muito amor e vivendo intensamente essa troca!!! ❤❤❤whatsapp-image-2016-10-18-at-22-28-48

 Leia mais em Campo Grande News

Outros Posts

NOTA DE REPÚDIO

A Angaad vem a público repudiar a decisão da 9ª Câmara Criminal do TJMG que afastou a tipificação de Estupro de Vulnerável, aceitando como “relação familiar” o abuso contra uma criança de 12 anos. A lei é clara: menores de 14 anos não podem consentir. A Proteção Integral não se negocia.

Leia mais »

Nota do GAA Semente, ANGAAD e AGAAESP sobre caso de adoção em Jundiaí

Nós, da ANGAAD, manifestamos nossa profunda solidariedade às crianças vítimas de violência no recente caso de adoção em Jundiaí/SP e reafirmamos publicamente nosso compromisso com a proteção integral de meninos e meninas em todo o país. Junto ao GAA Semente e à AGAAESP, esclarecemos como funciona, na prática, o processo de habilitação e acompanhamento das famílias adotivas, e reforçamos que não existe “devolução” de filhos, mas sim abandono, com consequências legais como em qualquer outra família. Seguimos ao lado da Rede de Proteção, oferecendo escuta, formação e apoio às crianças e às adoções responsáveis, conscientes e afetuosas.

Leia mais »