DA PORTA PARA DENTRO: a realidade de quem viveu em abrigos

Mais de 47 mil crianças e adolescentes vivem em instituições de acolhimento no Brasil. Foram afastados da família de origem porque estavam em situação de risco. Mas nem sempre a vida nos abrigos garante a proteção e os direitos previstos nas leis, geralmente são privados do convívio e ficam reféns da estrutura deficitária do Estado. O retorno à vida com os pais biológicos é muito difícil e raro. A adoção é o destino dos pequenos, mas para os adolescentes a regra é ficar da “porta para dentro” até os 18 anos, quando deixam os abrigos. Um dos momentos mais dramáticos para eles e elas.

Conheça um pouco mais sobre o assunto no mini documentário produzido pelos estudantes de jornalismo do UniCeub em Brasília.

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Nota do GAA Semente, ANGAAD e AGAAESP sobre caso de adoção em Jundiaí

Nós, da ANGAAD, manifestamos nossa profunda solidariedade às crianças vítimas de violência no recente caso de adoção em Jundiaí/SP e reafirmamos publicamente nosso compromisso com a proteção integral de meninos e meninas em todo o país. Junto ao GAA Semente e à AGAAESP, esclarecemos como funciona, na prática, o processo de habilitação e acompanhamento das famílias adotivas, e reforçamos que não existe “devolução” de filhos, mas sim abandono, com consequências legais como em qualquer outra família. Seguimos ao lado da Rede de Proteção, oferecendo escuta, formação e apoio às crianças e às adoções responsáveis, conscientes e afetuosas.

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