Orientações básicas para a formação de GAA

Vamos divulgar:

É com alegria que recebemos informações de pessoas com a sensibilidade de apoiar a comunidade nesta causa tão importante que é a proteção de crianças e adolescentes.

No tocante à adoção, nós, pais adotivos, temos muito a compartilhar com as diversas experiências que vivemos em torno de nossos filhos, família e sociedade. É por isso que nos últimos 20 anos espalhou-se por todo território nacional um novo pensamento articulado pela sociedade civil organizada, transformando-se no Movimento Nacional de Apoio à Adoção com mais de 1 (uma) centena de Grupos de Apoio à Adoção pelo Brasil.

(…) Quais seriam os primeiros passos para a criação de um Grupo de Apoio à Adoção?

  • Reunir amigos, pais adotivos, profissionais e simpatizantes em torno da ideia;
  • Mapear as necessidades locais referentes às violações de direito das crianças e adolescente na comunidade particularmente no que se trata ao direito à convivência familiar e comunitária;
  • Estudar o perfil social das famílias pretendentes à adoção ou à proteção de crianças e adolescentes através de programas alternativos de atendimento, lembrando sempre que a prioridade é a criança em situação de abandono e não o pretendente;
  • Caso percebam que há uma demanda para atendimento a pais adotivos e pretendentes à adoção, e certamente há, esta caracteriza a necessidade de um grupo ou associação;
  • Lembrar sempre que o papel do grupo é dar apoio e informar as pessoas, pois, toda a parte de cadastramento e habilitação é de competência da Vara de Infância de cada localidade que poderá tornar-se parceira do grupo;
  • Quando o grupo tiver consistência da proposta de atuação após um período de amadurecimento é hora de começar a funcionar, com reuniões temáticas de abordagem geral tentando atender às primeiras necessidades detectadas;
  • Após um período de funcionamento recomendamos a legalização do grupo através da constituição de um estatuto social e diretoria executiva que deverão ser aprovados em assembléia geral, CNPJ, cadastro no CMDCA (Conselho Municipal de Direitos da Criança e Adolescentes). Assim, como a filiação a ANGAAD, para fortalecimento do GAA e do Movimento Nacional.

(…)
Sucesso nesta empreitada e conte conosco.

Abraços,

Paulo Sérgio P. Santos
ex-Presidente da ANGAAD

Baixe aqui todas as orientações necessárias para a criação de um grupo de apoio à adoção. Filie-se à ANGAAD.

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