Caro filho negro…

Agradeço a Deus por ter te encontrado. Andei por aí, baldo de amor, cambaleando em caminhos áridos, pelos labirintos da minha ignorância. Antes de você, minha vida monocromática se desenrolava num enfado sem fim. Vida de papel vazio, branco, sem pincelada qualquer, indigno de rascunho. Coração de pedra, sôfrego de afago e de afagar.

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